Jornal Brasa | Manifesto
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O QUE ESTÁ OCORRENDO?

EXTRA! NÃO SAIU NO NOTICIÁRIO, MAS DISSERAM POR AÍ QUE OS JORNAIS ESTÃO SE APAGANDO.

Nem leitores e nem anunciantes, ninguém arrisca a pôr a mão no fogo por acontecimentos de ontem. Sem dúvidas, a internet incendiou o jornalismo de vez. Botou na fogueira a grande indústria, os veículos de massa e toda mídia publicitária que custeava a produção em escalas sem fim. Com o excesso, o folhetim cinza hoje tem servido mais para embrulho do que para trazer as últimas notícias. Também pudera, a tecnologia não é mais à lenha. O acesso a qualquer novidade quentinha é instantâneo e de modo bem mais cômodo. O efeito dessa faísca não poderia ser outro: ainda consumimos informação, porém com um olhar bem diferente do papel que andamos lendo.

ORA, POR QUÊ?

Virando a página, talvez não importe tanto o objeto jornal, mas sim a sua respectiva função. Ainda resiste a cultura da publicação impressa. O futuro aponta para formatos menores, distribuição livremente gratuita e sem uma periodicidade regular. Pautas atuais? Não vem ao caso. Se o discurso é relevante, seu conteúdo é atemporal. Ao mesmo tempo, ser um editorial que pensa globalmente, mas que age no cenário local. Menos fatos e manchetes. Mais experiências narradas e interpretações da realidade.

COMO ISSO É POSSÍVEL?

Entre ser diário, tabloide ou parecer revista, tanto faz. Para cada edição que circula as ruas, uma nova impressão é estampada logo de cara. Lançando luz em várias histórias, por trás da capa encontra-se arte, cultura, natureza, bem-estar e moda. Um meio de comunicação que acenda aos olhos, impresso feito brasa. Para ler com calma e esquecer o calor do momento. Afinal, demora não quer dizer atraso de tempo. Ou jamais teriam existido sinais de fumaça.

Variável, vivo, inconstante. É feito BRASA: sem pressa.

SOBRE O IMPRESSO

Consiste em uma publicação que apesar do formato de jornal, tem personalidade de revista. Com projeto gráfico independente, cada edição é cuidadosamente produzida sem o imediatismo dos tradicionais tabloides. Como já é de se esperar, o papel impresso acaba sendo o meio e não o fim. Sem periodicidade fixa, além do conteúdo articulado em outras mídias no percorrer desse caminho. A circulação é regional e a distribuição é gratuita. Dentre as editorias e seções dos colunistas, a ideia é transmitir mais relatos do que somente notícias. De caráter híbrido, o editorial resgata a cultura da publicação impressa de uma maneira ainda desconhecida. Se o contato físico com o que se vê ajuda a reter melhor a informação, acreditamos que ler possa ser uma experiência incrível. Ao terminar cada edição, não se trata tanto de estar mais ou menos por dentro do assunto. O que interessa é despertar uma possível brasa dormida.

EDITORIAS

Mais do que o expediente básico de uma equipe editorial, o impresso conta com outros profissionais multidisciplinares para composição de cada edição (psicóloga, designers, ilustradores, profissionais de comunicação social e da área audiovisual). Isso permite que o impresso não seja puramente redação jornalística, contemplando outras disciplinas para exposição de cada conteúdo. Como temática da publicação, tem-se em comum a arte, cultura e histórias como pano de fundo para cada edição prevista. Entretenimento, gastronomia, bem-estar, e espaços para colunistas também são bem-vindos. Além de recomendações aos leitores, um guia sobre a natureza e um editorial de moda, toda edição conta com um caderno especial dedicado a divulgação de trabalhos autorais.

SEM MUITO FRUFRU

Em uma linguagem moderna, breve, sem frescura e inteligente, o BRASA caminha entre o ‘new journalism’ e seu filho bastardo, o gonzo. Mais do que um jornalista, os autores deixam a pura observação impessoal do periodismo tradicional e embarcam no não-visto da experiência vivida. Não basta uma entrevista engomada em uma sala de pé direito alto. Participa-se da cena enquanto escreve-se sobre ela; produz-se cinema enquanto se narra suas próprias cenas. Mais complexo do que aparenta, o jornalista, mergulhado em seu próprio texto, necessariamente interpreta os dados e pesquisa sobre eles. Ele não é o pano de fundo, mas o protagonista. O resultado é um relato autoral referenciado na singularidade de sua caminhada. Tudo é questão de sentir a esquizofrenia da vida e fazer comunicação de verdade. Intenso: seu projeto editorial direciona, mas não, nunca, limita.

JORNALISMO GONZO

A narração em primeira pessoa deixa clara a participação do autor no relato-reportagem. Através do humor, da ironia e de sua própria opinião, o jornalista em gonzo é um mestre multidisciplinar na técnica textual, quociente do movimento hippie e da contracultura. Tudo que precisa ser dito é exposto – salve, Hunter Thompson! Saravá, Arthur Veríssimo! Em uma parcialidade clara, mesclada à tradução imagética e gráfica, a produção do BRASA valoriza a relação entre repórter e fato gerador. É uma conversa vagarosa ao lado da lenha que esquenta o bule de café; é uma trilha de cachoeira que demora para ser vista. Os textos do BRASA invertem a lógica tradicional do periodismo contemporâneo: o tempo existe, mas acalenta aos poucos asua própria incandescência para atingir um orgasmo. Isto é ser peça única de leitura livre, sem rigidez em seu formato de escrita. É assim que o jornalismo se reinventa. Independentes, os assuntos surgem de acordo com o passar do cotidiano. Narrar uma notícia é namorar com o desconhecido. Aqui o jornalismo gonzo é rei!

PUBLIEDITORIAL

Em relação aos anunciantes, funcionamos por meio da publicidade por assinatura. Os anúncios são veiculados anualmente nas páginas dedicadas para exposição de marca. Ao invés de pagar pelo espaço como se fosse um pedaço de terreno, o anunciante patrocina o respectivo conteúdo e aparece de forma integrada ao jornal impresso. Se interessou e gostaria de fazer parte dessa iniciativa? Entre em contato e peça por nosso Mídia Kit e tabela de investimento. As possibilidades vão além da edição clássica feita no papel.

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